A quem interessa o Aquecimento Global?


Agora 15 anos após a Eco92 no Rio, e depois da divulgação do Relatório “Mudanças Climáticas 2007 – www.carbonobrasil.com/noticias.asp?iNoticia=17571&iTipo=5&idioma=1 emitido pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC):

Sem apresentar soluções, o estudo diz que o fenômeno é um fato “inequívoco” e que provavelmente continuará por séculos. O comitê prevê uma elevação na temperatura entre 1,1°C e 6,4°C até 2100, mas a melhor estimativa fixa a mudança entre 1,8°C e 4°C. O nível do mar também continuará sofrer alterações. O relatório projeta elevações de 18 a 58 centímetros; mas a faixa pode ser ampliada em outros 10 a 20 centímetros se o derretimento das calotas polares continuar.

O texto diz ainda que não importa quanto a civilização corte suas emissões de gases causadores do efeito estufa, o aquecimento global e a elevação do nível dos mares seguirão pelos próximos séculos. “Não é algo que possa ser detido. Simplesmente teremos que conviver com isso”, diz Kevin Treberth, um dos co-autores do trabalho, do Centro de Pesquisas Atmosféricas de Boulder, nos Estados Unidos. “Estamos criando um planeta diferente. Daqui a 100 anos, nós teremos um clima diferente”.

"Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou.

É preciso ir mais longe. Eu penso 99 vezes e nada descubro.

Deixo de pensar, mergulho num grande silêncio e a verdade me é revelada".

ALBERT EINSTEIN

Convenção da ONU de 1.976 contra Armas Climáticas

CONVENÇÃO sobre a PROIBIÇÃO da UTILIZAÇÃO de TÉCNICAS de MODIFICAÇÃO AMBIENTAL para
FINS MILITARES ou QUAISQUER OUTROS FINS HOSTIS

Adotada pela Assembléia Geral da ONU em 10 de dezembro de 1976

Aberto à assinatura em Genebra, a 18 de maio de 1977

Assinado pelo Brasil, em Genebra a 09 de novembro de 1977

Aprovado pelo Decreto Legislativo nº 50 de 28 de junho de 1993

Ratificado a 12 de outubro de 1984

Promulgado pelo Decreto nº 225 de 07 de outubro de 1991

Publicado no DOU de 08 de outubro de 1991

http://www.aeb.gov.br/area/PDF/Docproibicaoamb.pdf

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/1990-1994/D225.htm

http://www.state.gov/t/ac/trt/4783.htm


Uma visão sem ação não passa de um sonho. Ação sem visão é só um

passatempo. Mas uma visão com ação pode mudar o mundo". (Joel Baker)


Em plena era da globalização onde milhões de pessoas fazem uso da Internet, a legislação pertinente ainda é incipiente, insuficiente e defasada da velocidade em que as coisas acontecem no cyberespaço virtual...

Precisamos saber: é possível criar uma legislação internacional baseada em ficção científica, superstições, paranóia coletiva, “achismos”, premunições, charlatanismo, supositórios e/ou supunhetações?

No caso de a resposta, alicerçada no bom senso, na lógica e na coerência seja negativa, isto nos leva a pergunta seguinte:

Se o desenvolvimento científico e tecnológico internacional, há mais de 3 décadas atrás (o espaço é muito pequeno p/ enumerar em termos tecnológicos tudo que aconteceu em 30 anos) já era suficiente para justificar uma Convenção Internacional proibindo este tipo de tecnologia p/ fins destrutivos, como pode a tecnologia regredir a tal ponto do IPCC chegar as conclusões supramencionadas?

E no caso da ciência não ter conseguido regredir tanto, só nos resta perguntar: a quem interessa lucrar com o Aquecimento Global e com as desastrosas conseqüências do efeito estufa?

E se ninguém estiver lucrando, porque deixar de usar a tecnologia referida pela Convenção das Nações Unidas para enfrentar nosso desafio comum: eliminar as causas da Febre de Gaia?

Se você conhece alguém que possa responder estas perguntas de forma inteligente, madura e responsavelmente, por amor de nossa Mãe Gaia, faça este recado chegar até este Ser Iluminado, que merece no mínimo um Prêmio Nobel e título de Doutor Honoris Causa.

Desde já, o Planeta e os seres vivos que nele habitam, serão eternamente gratos.


Prefiro ser otimista e estar errado, do que ser pessimista e estar certo”.

Albert Einstein.

Ciência sem Espiritualidade é loucura,

Espiritualidade sem Ciência é fanatismo”.

(Thomas Edson)


http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=haarp&btnG=Pesquisar&meta=cr%3DcountryBR


Aquecimento global beneficia americanos

(G. Lean, "The Independent, in: FSP 01.09.02)

Países pobres vão sofrer perdas maciças de produção de alimentos e de terra cultivável conforme o aquecimento global aumentar, mas a América do Norte se beneficiará do fenômeno. É o que indica um relatório das Nações Unidas divulgado durante a Rio + 10.

As conclusões - que deram nova dimensão à recusa do governo Bush de ratificar o Protocolo de Kyoto contra a mudança climática - mostram a produção de alimentos caindo vertiginosamente em até 73 países, nos próximos oito anos, enquanto a sua população aumenta.

O relatório afirma que o cultivo de trigo "virtualmente desaparecerá da África", cairá ate 95% no Sudeste Asiático e 75% no sub-continente indiano. Outras culturas, como açúcar e tubérculos, também decairão, embora num ritmo menor.

Modelos de Computador

Preparado pelo Instituto Internacional de Análise de Sistemas, o texto se baseia numa série de sofisticados modelos de computador sobre o clima e a produção de comida. Outra conclusão importante é que as regiões áridas dos países em desenvolvimento deverão aumentar.

O cultivo se tornará muito mais difícil no sul da África, enquanto 11% de sua área total poderá sofrer com "restrições severas" à agricultura em 2080. A América Central e o Caribe, a Austrália, o norte da África e o Oriente Médio também perderão solos.

Partes da Europa - em particular o Reino Unido, a Irlanda e a Espanha - perderão terra arável porque os padrões de chuva mudarão, trazendo verões mais secos. Mas outras regiões, como a Escandinávia, deverão lucrar com o aquecimento de regiões mais frias ao norte - hoje, boa parte do território finlandês e norueguês é impróprio para a agricultura em razão do frio.

Mais fome na África

A América do norte e a Rússia também ganharão terra cultivável e devem aumentar "substancialmente" a sua produção. Em comparação, 40 países em desenvolvimento - que deverão abrigar até 3 bilhões de pessoas em 2080 - poderão perder até um quinto de suas colheitas.

Entre os mais afetados estão o Sudão, a Nigéria, o Senegal, Mali, Burkina Fasso, a Etiópia, o Zimbábue, a Somália e Moçambique.

O número de pessoas afetadas pela fome também irá crescer, diz o relatório, e o mundo se tornará ainda mais dependente dos Estados Unidos para a obtenção de alimentos. Hoje, fazendeiros norte-americanos ajudam a alimentar mais de cem países que importam seus cereais, e o relatório prevê que as importações de países em desenvolvimento irá aumentar 25% nos próximos 80 anos.

http://www.ecosust.org.br/textos/global.html